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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Fiat traz novidades à linha no início do ano


Série especial Xingu e câmbio Dualogic Plus para a família Palio estão entre elas


A Fiat terminou 2012 mais uma vez na liderança do mercado e parece disposta a manter seu reinado este ano. A montadora já apresentou suas primeiras novidades em sua linha. Os modelos “novo Uno” e Mille, por exemplo, passam a contar com a série especial Xingu, com temática baseada no filme homônimo, que conta a história dos irmãos indigenistas Villas Boas.
A série estreou no modelo Doblò Adventure e é personalizada com faixas nas laterais e tampa do porta-malas, mais a inscrição “Xingu”. Para torná-la mais atraente, a Fiat também melhorou o pacote de itens. No Uno Way , isso inclui direção hidráulica, faróis de neblina, ar-condicionado, travas elétricas, vidros elétricos dianteiros, computador de bordo e banco do motorista com regulagem de altura. No Mille, os itens de série são direção hidráulica, desembaçador do vidro traseiro, limpador e lavador do vidro traseiro, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas e apoios de cabeça no banco traseiro, entre outros.
Dualogic Plus
Outros modelos que evoluíram foram a Palio Adventure e a picape Strada Adventure, que agora podem receber o câmbio Dualogic Plus, com embreagem automatizada mais eficiente. Por fim, o Palio Attractive 1.0 passou a contar com o kit HSD de série, que traz airbags duplos e ABS – esses dois equipamentos de segurança serão obrigatórios a partir de 2014.
Preços
Mille Way 4 portas Xingu - R$ 27.800,00
Novo Uno Way 1.0 Xingu – R$ 33.620,00
Novo Uno Way 1.4 Xingu – R$ 37.185,00
Novo Palio Attractive 1.0 4P – R$ 30.590
Fonte: Ricardo Meier, http://carros.ig.com.br, acessado em 07/01/12.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Veja motos mais vendidas em 2012 por categoria

Setor de motocicletas é dividido em oito segmentos pela Fenabrave.

Com 79,6% do mercado, Honda lidera em 5 nichos.


Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou nesta quarta-feira (2) as motos mais vendidas em cada uma das oito categorias durante 2012. A líder de mercado Honda, que fechou o ano passado com 79,64% de participação em vendas de motocicletas no Brasil, chegando a emplacar 1.304.164 unidades, teve produtos como os mais vendidos em cinco categorias. A Yamaha, que possui 10,5% do mercado, e finalizou o 2012 na 2ª posição do ranking, teve moto mais vendida em apenas uma categoria.

Kasinski (5ª colocado) e Harley-Davidson (10º colocado) levaram um segmento cada. Veja abaixo quem foram os cinco mais vendidos entre cada segmento. As categorias a que a elas pertencem são segundo a Fenabrave.

CITY
Honda CG 150 Fan (Foto: Divulgação)
1º Honda CG 150 - 379.874 unidades
2º Honda CG 125 - 285.313
3º  Yamaha YBR 125 - 82.184
4º Honda CB 300R - 57.471
5º Yamaha Fazer 250 - 25.640
6º Suzuki Intruder 125 - 8.517
7º Dafra Riva 150 - 8.397
8º Suzuki EN 125 - 7.175
9º Suzuki GSR 150i - 5.916
10º Kasinski Comet 150 - 5.647

CUSTOM
Kasinski Mirage 150 (Foto: Divulgação)
1º Kasinski Mirage 150 - 2.507
2º Dafra Kansas 150 - 1.832
3º Kasinski Mirage 250 - 1.418
4º Yamaha 950 Midnight Star - 1.142
5º Harley-Davidson XL 883 - 831
6º Harley-Davidson Fat Boy - 736
7º Harley-Davidson V-Rod - 731
8º Honda Shadow 750 - 709
9º Harley-Davidson XL 1200 - 533
10º Suzuki Boulevard M800 - 502

MAXTRAIL
Yamaha XT 660R (Foto: Divulgação)
1º Yamaha XT 660
2º BMW F 800 GS
3º Honda XL 700V Transalp
4º BMW G 650 GS
5º Suzuki DL 650 V-Strom
6º BMW R 1200 GS
7º Kawasaki Versys 1000
8º Yamaha Super Ténéré 1200
9º Kawasaki Versys 1000
10º Triumph Tiger 800 XC

NAKED
Honda CB 600F Hornet(Foto: Divulgação)
1º Honda CB 600 Hornet - 4.279 
2º Yamaha XJ6 N - 3.565
3º Honda CB 1000R - 1.995
4º Kawasaki Z750 - 1.252
5º Kawasaki ER-6n - 1.174
6º BMW F 800 R - 1.048
7º Kawasaki Z1000 - 524
8º Suzuki Bandit 650 - 468
9º Suzuki Bandit 1250 - 405
10º Harley-Davidson XR 1200 - 276

SCOOTER/CUB
Honda Biz 125 (Foto: Divulgação)
1º Honda Biz - 222.557
2º Honda Pop 100 - 95.759
3º Yamaha Crypton - 23.174
4º Honda Lead 110 - 17.128
5º Suzuki Burgman - 7.941
6º Yamaha Neo - 4.029
7º Shineray XY 50 - 3.617
8º Flash MV Teen 50 - 3.103
9º Dafra Zig 100 - 3.027
10º Kasinski Soft - 2.801

SPORT
Honda CBR 250R (Foto: Divulgação)
1º Honda CBR 250R - 3.334
2º Kawasaki Ninja 250R - 3.213
3º Kasinski Comet GT 250R - 2.365
4º Honda CB 600F - 2.341
5º Honda CBR 1000RR - 1.089
6º Honda CBR 600RR - 712
7º BMW S 1000 RR - 702
8º Suzuki GSX-R 750 - 613
9º Kawasaki Ninja ZX-10R - 546
10º Kawsaki Ninja 650 - 541

TOURING
Harley-Davidson Heritage Softail(Foto: Divulgação)
1º Harley-Davidson Heritage Softail - 273
2º Harley-Davidson FLHX Street Glide - 265
3º Harley-Davidson Road King Class. - 229
4º BMW K 1600 - 228
5º Harley-Davidson Electra Limited - 217
6º Honda Goldwing GL 1800 - 57
7º Kawasaki Concours - 34
8º BMW R 1200 - 8
9º Harley-Davidson Ultra Electra Glide - 6
10º Kawasaki Police 1000 - 5

TRAIL
Honda NXR 150 Bros (Foto: Divulgação)
1º Honda NXR 150 Bros - 192.580
2º Honda XRE 300 - 33.307
3º Yamaha XTZ 125 - 12.923
4º Yamaha XTZ 250 - 9.198
5º Yamaha Lander - 6.342
6º Shineray XY 150GY - 5.187
7º Kasinski CRZ 150 - 2.296
8º Honda NC 700X - 1.125
9º Honda NX-4 Falcon - 1.124
10 Traxx JH 125 - 519

Fonte: Do G1, em São Paulo, http://g1.globo.coml, acessado em: 04/01/13.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Distração ao volante pode matar, e a cada dia há mais distrações

Reprodução

Já se sabe, há muito, que distrações ao volante são causas de acidentes, algumas vezes fatais. As estatísticas no Brasil, pouco confiáveis, não chegam a captar corretamente esse problema. Mas, no exterior, em especial nos Estados Unidos, os estudos se aprofundam.
A Administração Nacional de Segurança de Tráfego em Rodovias (NHTSA, em inglês) informou que mais de 900 mil colisões envolvendo distração dos motoristas foram reportadas pelos policiais em 2011. Destas, 26 mil ocorreram em razão de ajuste em dispositivos portáteis ou controles nos veículos. Mais de 5 mil pessoas morreram por falta de atenção, em torno de 15% das fatalidades totais.
Distrações têm várias origens e causas: cansaço, sonolência, conversa com ocupantes, estresse, doenças, idade, entre outras. Mais recentemente, o uso de equipamentos instalados a bordo ou embarcados -- celulares, tabletes, tocadores de áudio e vídeo, navegadores, telefones inteligentes (e sua frenética troca de textos) -- passaram a ser fontes de preocupação.
No passado, motoristas se limitavam a mudar estação de rádio ou faixa musical, ajustar temperatura do ar-condicionado, ligar faróis ou limpadores. Agora, a corrida tecnológica envolve produtores de automóveis e compradores, principalmente os jovens, e exige conectividade total.
Aperfeiçoar a interface homem-máquina pode ser uma saída para gerenciar esses riscos ao unir segurança e conveniência. A tendência é programar os dispositivos para utilização em condições favoráveis, como baixas velocidades no trânsito e paradas em semáforos ou congestionamentos. Condições meteorológicas, visibilidade (à noite, em particular) e até traçado do percurso (via GPS) levariam a restrições voluntárias, adotadas pelos próprios fabricantes.
Pesquisas apontam outras soluções, além das tradicionais teclas no volante: ativação direta por voz em vários idiomas, botões que indiquem sensação tátil para não deixar o motorista em dúvida e tela de toque com sensibilidade adequada e fácil entendimento.
A empresa Seeing Machines propõe tecnologia de reconhecimento do rosto ou de movimentos dos olhos. Sua câmera avisa ao motorista quando ele não está suficientemente atento ao dirigir e pode ativar alarmes luminosos e sonoros ou restringir a conectividade.
DOIS SEGUNDOS, E SÓ
O tempo para dar uma espiada no painel ou no sistema de áudio não deve passar de dois segundos. Mudar o tipo e o tamanho da fonte das letras permite ganho de 11% na leitura. Essa pequena diferença, em velocidade típica de rodovias, abrevia em cerca de 20 metros a distância percorrida em que o motorista deixou de fixar o olhar no caminho à frente.
Os produtores de celulares ajudariam se mudassem a tipologia de mensagens e comandos, pois alguns modelos de carros de maior preço permitem replicá-los na tela multimídia do veículo. Outra forma, mais difundida, é aperfeiçoar sistemas de conversão de texto para voz e vice-versa. Para os viciados em troca de mensagens e torpedos seria uma ajuda ao reduzir possibilidades de distração.
Embora a NHTSA não tenha chegado ao ponto de se preocupar com a tipologia nas telas, incentiva qualquer inovação que permita diminuir o intervalo de tempo em que os motoristas tiram os olhos da estrada.
Fonte: Fernando Calmon, Colunista do UOL, http://carros.uol.com.br, acessado em 02/01/13.