Pesquisar este blog

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Ford revela imagens da versão do Focus elétrico para a Nascar

Site: G1

Carro da Ford usa uma bateria de íon-lítio
A Ford finalmente revelou como ficou a versão pace car do Focus 100% elétrico, que vai controlar o ritmo da prova da Nascar. Em um esforço de marketing para promover o elétrico, a Ford quer fazer história este mês ao mostrar que o Focus Electric pode desempenhar todas as tarefas para a Sprint Cup Series, na corrida internacional de Richmond Raceway, no estado da Virgínia.

"Nossos torcedores são clientes", diz o diretor da Ford Racing, Jamie Allison. "E, assim como nas corridas, eles esperam que o carro mostre economia de combustível e desempenho, e é isso que a Ford está entregando."

O modelo começou a ser produzido em dezembro na fábrica de Dearborn, nos Estados Unidos. "A Ford fez uma pesquisa que mostra que a maioria dos americanos consideraria comprar um veículo elétrico, mas ainda não compreende as diferentes tecnologias", disse o presidente da Ford Américas, Mark Fields.

A montadora norte-americana garante que o carro com motor elétrico, abastecido por uma bateria de íon-lítio, terá ritmo para atender à corrida. "Destacando o Focus Electric como um carro de ritmo é uma forma divertida de mostrar aos consumidores os benefícios dos nossos carros elétricos", ressalta o executivo.

A Ford observa que, de acordo com a pesquisa, cerca de 35% dos compradores de carros novos são fãs de esportes a motor e 78% deles acompanham a Nascar. A companhia acrescentou que os fãs da corrida da Ford são 67% mais propensos a considerar os produtos da marca do que os consumidores do mercado em geral.

Estratégia de marketing da Ford quer provar que o Focus elétrico pode acompanhar um ritmo de corrida

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Volks lança versão BlueMotion do Fox partindo de R$ 36.730

Site: G1

Modelo é 10% mais econômica que o tradicional
O Fox é o terceiro modelo da Volkswagen a ganhar versão BlueMotion no Brasil, informou a marca. Além de Polo e Gol G4, agora a fabricante disponibiliza o Fox BlueMotion por valores sugeridos de R$ 36.730 (2 portas) e R$ 38.300 (4 portas). Esta versão apresenta apelo "ambietalmente correto" e, segundo a marca, é, em média, 10% mais econômica que o modelo tradicional. A empresa afirma que novo veículo obteve marca de 16,1 km/l em seu consumo médio.

Isto representa melhora de 12,7% em relação ao Fox tradicional, que faz 14,3 km/l. As aferições foram realizadas em trechos urbanos e estradas, sempre abastecidos com gasolina. Com etanol, o resultado é 12,6% melhor. O BlueMotion fez 10,9 km/l, enquanto o Fox normal consumiu 9,7 km/l. Para obter estes resultados, a marca realizou diversas mudanças no modelo, entre elas, melhorias aerodinâmicas e recalibração de motor e câmbio.

Para dimimuir a resistência do ar, a Volkswagen alterou as grades frontais superior e inferior. O motor 1.6 desenvolve 101 cavalos (gasolina) e 104 cavalos (etanol). De acordo com a Volks, o Fox BlueMotion faz de 0 a 100 km/h em 10,3 segundo e tem velocidade máxima de 185 km/h - abastecido com etanol. As mudanças seguem com a utilização de pneus de baixa resistência ao rolamento. Os "pneus verdes", que contém maior quantidade de sílica na sua composição e recebeu aumento da pressão de enchimento de 29/28 PSI para 36/34 PSI (dianteiro/traseiro).

Isso rendeu redução na resistência ao rolamento da ordem de 23%, informou a Volkswagen. Para manter as condições de conforto e dirigibilidade, a suspensão teve seus amortecedores recalibrados. Para completar, a versão possui indicador digital de consumo instantâneo e indicador de trocas de marchas, que servem para auxiliar o motorista a rodar de modo mais econômico.

Pneus possuem quantidade maior de sílica na sua composição e são menos resistentes ao rolamento

terça-feira, 24 de abril de 2012

Peças plásticas aceleram desgaste dos vidros elétricos

Abrir a porta e lubrificar o equipamento é um procedimento importante para preservar todo o sistema
Site: A Tribuna | Michael Santos

Quem tem carro popular com vidro elétrico deve estar atento. Esse tipo de veículo é mais propenso a ter problemas com o item do que os importados. A razão é simples: eles têm muitas peças de plástico, cujo desgaste, mais acelerado, causa a maioria dos defeitos.

Diferente do que muitos pensam, o cabo de aço não é o maior problema em vidros elétricos. O proprietário da oficina santista Luis O rei do Vidro Elétrico, Luis Antônio do Nascimento, que trabalha com esse tipo de conserto há 25 anos, afirma: em 95% dos casos, o cabo não é a causa de defeitos. O item é apenas afetado por outros fatores. “As peças de plástico estouram por desgaste ou por estarem ressecadas. Como elas prendem o cabo, se quebrarem acabam o soltando. Isso faz ele enrolar na roldana, quebrando-a”.

Segundo Nascimento, carros importados dificilmente possuem em sua arquitetura peças plásticas. Assim, quase não ocorre (ou demora mais a ocorrer) a substituição de itens. Já entre os populares, a situação é diferente. “Há muita coisa de plástico. Isso torna os reparos mais constantes”, diz o proprietário, lembrando que, por outro lado, se um importado tiver problema, o reparo dele é mais caro. Independente do modelo, o conserto leva em média uma hora e meia.

Manutenção
Se um veículo estiver com defeito no equipamento, o vidro começa a travar e pode parar de vez. O dono da Bezerra Auto Vidros, de Praia Grande, José Bezerra da Silva, fala que, nessa condição, só a manutenção especializada pode efetuar o conserto. E mais: peças paralelas não são indicadas. “As originais têm maior garantia e durabilidade. Ou seja, têm melhor custo-benefício”. Para evitar problemas, Silva aponta procedimentos preventivos. “Não se pode fazer força contra a máquina do vidro, pois danifica o equipamento. Além disso, periodicamente, o carro deve ter a canaleta lubrificada”.

O procedimento é ainda mais importante para quem deixa o carro exposto ao clima. “Carros que ficam no sol e na chuva têm mais problemas, pois as peças acabam ressecando rapidamente”, aponta o dono da oficina praia-grandense. Assim, o ideal é prevenir. De acordo com Silva, se o motor for bem cuidado, pode ficar até três anos sem apresentar defeitos. Mas, para isso, certos cuidados têm de ser tomados. Por isso, Nascimento dá orientações. “O correto é, sempre que possível, abrir a porta e lubrificar o maquinário”, fala. “E, a cada dois meses, deve-se jogar silicone em spray, que não contenha óleo, na canaleta”, conclui.